domingo, 24 de julho de 2011

Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro
vem do Senhor, que fez o céu e a terra. (Sl 121.1,2.)


Elevo os meus olhos para os montes: de onde me virá o socorro?
De onde pode vir alento para o que prova o sofrimento?
De onde, água refrescante para a alma suplicante?
De onde, paz que satisfaz
Para o coração que em guerra se desfaz?
De onde, prudência para o falto de inteligência?
De onde, ternura e candura

Para o coração impuro e duro?
De onde, cura e proteção para o insano e ferido coração?
De onde amor, para o que, solitário, se revolve na dor?
De onde companhia e segurança
Para o traído que já perdeu a con? ança?
De onde o toque abençoador
Para o contrito pecador?

O meu socorro vem do Senhor,
Que fez o céu e a terra.
Daquele que me diz:
“Não temas, ? lho meu, te tomo pela mão,
Toco em teu coração, dou-te o meu perdão,
E em meus braços encontrarás eterna proteção!”

O jovem Davi estava sendo caçado pelo rei Saul, por causa da inveja
deste. Os zifeus haviam relatado ao rei onde era o esconderijo de Davi. O
exército imperial era numeroso e encurralou o pequeno grupo de Davi no
alto do monte no deserto de Maom. Mas o “pastor guerreiro” tinha em Deus
o seu escudo e proteção. Clamou ao Senhor. E veio o livramento. Saul teve
de abandonar aquela investida às pressas para lutar contra os ? listeus. Ali, no
alto do monte, Davi encontrou o socorro. O Deus de Davi é o nosso Deus.
Ele é escudo e proteção. Experimente con? ar nele.

Senhor, como é bom saber que estás sempre conosco. Não há o
que temer, pois tu és o nosso escudo e salvação. Em ti, o nosso
coração con? a. Amém.


Pra. Ângela Valadão


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terça-feira, 19 de julho de 2011

Deus tem saudade de você (parte 1)

Em minha opinião, a Língua Portuguesa é a língua mais bela do planeta. Para muitos, ela é difícil, principalmente no que tange à gramática. É verdade que há certa dificuldade, principalmente porque é muito rica em seu dialeto. Certa vez, foi realizada uma pesquisa para descobrir, na Língua Portuguesa, uma das palavras mais bonitas e diferentes das outras, que expressasse um sentimento em uma única palavra. A palavra encontrada foi "saudade". Este sentimento em outras línguas é difícil de ser expresso em palavras. Porém, em todas as línguas, ele é sentido. Quando passamos a caminhar com o nosso Deus mais de perto, percebemos que Ele se identificou tanto conosco a ponto de também sentir saudade.

Em alguns textos da Bíblia, é possível encontrar o Senhor dizendo: "Eu me lembro". "Eu tenho saudade". Deus tem saudade do seu povo, Deus tem saudade da sua Igreja, que é a menina dos seus olhos. A Igreja é a Noiva do seu Filho, Jesus Cristo. Ela também é Templo do Espírito Santo. Esta Igreja sou eu e você. No capítulo 3, verso 17 do livro de Sofonias está escrito: "O Senhor, teu Deus, está no meio de ti, poderoso para salvar-te; ele se deleitará em ti com alegria; renovar-te-á no seu amor, regozijar-se-á em ti com júbilo". Ou seja, ele se delicia em nós. Quando olho para os meus três netos, me regozijo neles. É lindo vê-los crescendo a cada dia, aprendendo, descobrindo as coisas da vida. Foi assim também com os meus três filhos. Como Pai, Deus também se delícia em nós. Muitos o veem apenas como o Criador, Todo Poderoso, insensível, mas Deus não é apenas aquele que cria e tem poder, e nada sente. Não! Ele tem sentimentos, sente saudades e alegria por cada um de seus filhos. O profeta Jeremias descreve essa realidade: "Vai e clama aos ouvidos de Jerusalém: Assim diz o Senhor: Lembro-me de ti, da tua afeição quando eras jovem, e do teu amor quando noiva, e de como me seguias no deserto, numa terra em que se não semeia". (Jr 2.2.)

O Senhor tem saudade de um povo apaixonado por Ele porque o coração de Deus se move de amor por mim e por você. A saudade de Deus é grande por aquele tempo quando você tinha prazer de ler a sua Palavra.

Passava horas com a Bíblia, a levava para o trabalho, para a escola. A oração não era uma coisa formal, não era algo litúrgico, o seu coração estava tão aberto para Ele. Você tinha prazer nas coisas concernentes do Senhor. Ser convidado para a reunião de oração era como se tivesse recebido o convite para um banquete. Ir aos cultos, participar das reuniões enchia o seu coração de alegria. Cantava louvores a Ele, derramava todo o seu coração, a sua alma com intensidade, com todo o fervor do seu coração. Ele se lembra de quando o seu coração era totalmente dele e você descansava nele nas horas de aflição. Quando você rendia graças a Ele pela vitória. Querido, se você está longe dos caminhos do Senhor, agora é o tempo de você voltar, fazer tudo ainda melhor. Deus te abençoe!

:: Pastor Márcio Valadão.
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sábado, 21 de maio de 2011

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sexta-feira, 20 de maio de 2011

Devocionais

Eu conheço o mar

OSÉIAS 6.1-3

Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor; como a alva, a sua
vinda é certa... (Os 6.3.)

Um menino de oito anos de idade viajou pela primeira vez ao litoral. No caminho,enquanto as lindas paisagens de árvores e montanhas se sucediam majestosamente diante de seus olhos, ele só pensava no momento de ver o mar.

Como seria? Suas águas eram azuis ou verdes? A água era mesmo salgada? Finalmente chegaram. A amplitude do mar, o barulho das ondas quebrando na praia, as nuances de cores sobre a superfície, o sabor salgado em sua boca. Tudo era maravilhoso para ele. E o menino corria pela margem espirrando água, levantando os braços para o alto e gritando:

“Eu conheço o mar!” Ao encontrar um velho pescador que arrumava a sua rede, tocou-lhe nos
ombros e disse eufórico:

– Moço, eu conheço o mar!

E o velho pescador, acostumado com as ondas, vivendo das aventuras e da
própria vida do oceano, disse ao menino:

– Filho, eu também conheço o mar.

Logo no início de nossa jornada com o Senhor, também gritamos a todo
o mundo:

“Eu conheço Jesus!”

Apenas tocamos na orla de seu manto e já provamos o seu grande amor e
poder. Contudo, à medida que a nossa comunhão com ele aumenta, vamos provando
da sua ? delidade, compaixão, bondade, justiça, verdade e poder. E vamos
nos tornando “velhos pescadores de almas”, podendo dizer como Paulo: Sei em
quem tenho crido e estou certo de que ele é poderoso (2Tm 1.12).
Conhecer Jesus é a mais linda aventura da vida.

É mergulhar no oceano do amor
É aprender a ser bom com o Senhor,
É caminhar, alimentar do sabor da sua mesa de dons
Ouvir de seus lábios os sons que nos trazem coragem,
E então prosseguirmos viagem
Até o seu reino, pois aqui estamos só de passagem.

Pai, quero conhecer- te mais e mais. Quero banhar os meus
pés em teu amor e mergulhar em tua ? delidade. Ensina-me os
teus caminhos e revela-te a mim cada dia mais. Amém.

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Devocionais

O segundo violino

1 PEDRO 5.1-11

... outrossim, no trato de uns com os outros, cingi-vos todos de humildade...
(1Pe 5.5.)


Conta-se a história de um jovem estudante americano que deixou um
grande exemplo de desprendimento para a sua geração. No período das férias
de dezembro, quando a neve geralmente cobre o hemisfério norte, o rio
que passava pelo internato da escola estava coberto por grossa camada de
gelo. Os alunos estavam patinando, e um deles, ao romper a camada de gelo
sob seus pés, afundou nas águas de morte. O colega imediatamente buscou
salvar-lhe a vida, mas nesse ato veio a perder a sua. No funeral, havia tristeza e constrangimento geral. Quase todos falaram a respeito do nobre rapaz, mas a palavra que mais tocou a todos foi a de seu professor de música.

Ele contou que aquele jovem fazia parte da orquestra da escola. Era o
segundo violino. Em qualquer momento poderia ser o primeiro violino, por
sua capacidade e a? nação. Mas ele se contentava em ser o segundo como
opção. Ele dizia:

“Os primeiros só podem fazer o melhor se os segundos sustentarem a
nota; eu quero ser o segundo.”
Esse desprendimento caracterizou a vida desse bravo cristão.
Parece que todos querem ser os primeiros violinos. Poucos estão dispostos
a sustentarem a nota para o outro. Entretanto a vida dos que se deram é
que ? cou na história.
Senhor, faz de mim um herói da fé.
Quero caminhar contigo até
O dia da coroação, da recompensa, do galardão.

Para isso ensina-me a amar, a perdoar, a ajudar, e a te adorar
De todo o coração.

Pai, que minha vida seja um hino de louvor ao teu precioso
nome. Que nada me seja de maior valor do que te servir, servindo
ao meu irmão, ao meu próximo. Ajuda-me a ser desprendido
das coisas materiais. Amém.

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Devocionais

Medo de ficar velho

DEUTERONÔMIO 34.1-7

Os dias da nossa vida sobem a setenta anos ou, em havendo vigor, a
oitenta; neste caso, o melhor deles é canseira e enfado, porque tudo passa
rapidamente, e nós voamos. (Sl 90.10.)


O velho Moisés passara metade da vida no deserto de Midiã, cuidando
do rebanho de seu sogro Jetro. Um casamento, uma amável esposa e um
? lho dileto foi o que conseguira em quarenta anos nas terras de suas peregrinações.
E, quem sabe, foi nessa ocasião que Moisés escreveu o salmo
noventa. Aquele cântico que fala da brevidade da vida, da ira de Deus e do
pedido de sabedoria para saber contar os dias.

A velhice assustava Moisés. A fraqueza física, as limitações, as enfermidades
da terceira idade não eram muito simpáticas a ele. E, na solidão do
deserto, ouvindo apenas o balido das ovelhas, contemplando a amplitude
dos céus, Moisés tinha a impressão de que o Senhor estava longe, e que já
o esquecera.

Deus esperou Moisés completar exatamente oitenta anos. De acordo
com seu poema, a canseira e o enfado deveriam estar tomando conta de
seu físico. Mas foi aí que ele teve o seu impactante encontro com Deus. Sua
vida foi mudada e revigorada! Já na terceira idade, recebe a gloriosa missão
de conduzir o povo de Israel à terra prometida! E durante quarenta anos,
no deserto, Moisés ensina a Lei ao povo, julga suas causas, intercede em
momentos difíceis e até mesmo comanda batalhas. Agora, aos cento e vinte
anos, numa idade que jamais pensara chegar, Moisés pede:
“Senhor, deixa-me continuar mais um pouco. Não estou cansado. Meus
olhos estão enxergando bem, e meu corpo está em forma!”
Entretanto era hora de passar o bastão para Josué. O velho Moisés já
havia concluído sua missão. E fora até o ? m “de pé”. É assim que Deus faz.
Quando acabam as nossas possibilidades, o Senhor traz os seus sonhos e nos
faz sonhar.

Pai celeste, como é bom saber que o Senhor renova o cansado
e multiplica as forças ao que não tem vigor. Os que em ti esperam
correrão e não se cansarão. Posso descansar meus dias
em tua sabedoria. Obrigado. Amém.


Pra. Ângela Valadão


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